UE decide em abril proibição do comércio de produtos de foca

Países querem impedir comércio, com exceção da Groenlândia, onde prática é considerada vital para esquimós

Efe,

03 Abril 2009 | 17h43

A União Europeia decidirá ainda este mês se proíbe totalmente a comercialização de produtos procedentes de foca ou se abre exceções, como propõe a Comissão Europeia (CE, órgão executivo da UE), explicaram nesta sexta-feira, 3, à Agência Efe fontes do bloco.

 

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A CE quer impedir o comércio, com exceção de na Groenlândia, onde a prática é considerada vital para a sobrevivência da comunidade esquimó, e em casos nos quais os exemplares tenham sido sacrificados de forma "humana".

 

O Parlamento Europeu, no entanto, defende uma posição mais rígida de proibição total ou pelo menos com exceções mínimas.

 

Os 27 países-membros do bloco mostraram cautela na primeira rodada de contatos sobre a questão, que ocorreu em outubro, mas, na semana passada, surpreenderam com uma mudança que os situou mais perto do Parlamento da UE do que da CE, especificaram as fontes do bloco.

 

No entanto, agora parece existir uma possibilidade de acordo, informou a Presidência tcheca semestral do bloco às nações.

 

De acordo com a Presidência, o Parlamento Europeu e o Conselho estão cada vez mais perto de chegar a um acordo, e tudo indica que apoiarão vetar o comércio, exceto para as comunidades esquimós e em casos de massacres controlados de focas para preservar o equilíbrio do ecossistema marinho (como ocorre no Mar Báltico).

 

A CE, o Parlamento da UE e o Conselho manterão dois encontros, em 15 e 22 de abril, para aproximar posições e pactuar uma solução antes que o Plenário da Eurocâmara vote o texto em sua última sessão de maio.

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