Tempestade Emily mata quatro e pode ganhar força sobre Caribe

A tempestade tropical Emily matou quatro pessoas na República Dominicana, informaram autoridades na sexta-feira, enquanto resquícios da tempestade rondam o Caribe com chances altas de se intensificarem e tornarem-se um ciclone tropical.

REUTERS

06 Agosto 2011 | 14h15

Emily, a quinta tempestade batizada na temporada de 2011 de furacões no oceano Atlântico, dissipou-se na quinta-feira, enquanto se aproximava da ilha montanhosa Hispaniola, cujo território é dividido entre o Haiti e a República Dominicana.

Os resquícios da tempestade não representavam ameaça a instalações de produção de gás e petróleo no Golfo do México, nos Estados Unidos. A maioria das previsões mostrava que o sistema passaria longe da costa sudeste dos EUA.

Autoridades disseram, no entanto, que Emily ainda pode perturbar depois que suas fortes chuvas mataram três pessoas na República Dominicana, duas delas arrastadas por um rio que transbordou em Higuey, uma pequena cidade a cerca de 160 quilômetros a leste da capital Santo Domingo.

Pelo menos uma outra pessoa morreu no país vizinho Haiti, numa inundação na cidade de Les Cayes.

Milhares de dominicanos e haitianos foram forçados a sair de suas casas por causa da Emily, com dezenas de vilas isoladas por conta de inundações, disseram autoridades.

"Esse sistema tem uma grande chance, de 70 por cento, de se transformar em um ciclone tropical nas próximas 48 horas", afrmou o Centro Nacional de Furacões dos EUA.

(Por Kevin Gray)

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