Réptil se torna pai aos 111 anos na Nova Zelândia

O tuatara pode dar cria depois de superar tumor que o impedia de procriar

Efe,

26 Janeiro 2009 | 15h23

Henry, um exemplar de tuatara, o pequeno réptil exclusivo da Nova Zelândia e considerado um "fóssil vivo", conseguiu nesta segunda-feira, 26, ser pai aos 111 anos, após haver superado um tratamento contra o câncer, informaram os cuidadores.  Um total de onze crias nasceram, confirmou à agência local NZPA a diretora do zoológico da cidade neozelandesa de Southland, onde o lagarto reside desde 1970.  Mildred, a parceira do tuatara que tem entre 60 e 70 anos, engravidou em março passado depois de Henry recuperar-se, com êxito, de um tratamento contra o câncer que o impedia de procriar.  A operação para retirar o tumor dos genitais coincidiu com a nova presença, em sua jaula, da fêmea.  Mildred pôs em julho uma dezena de ovos, que foram colocados em uma incubadora até que, nesta manhã, as crias começaram a romper os cascos.  A tuatara, cujo nome científico é Sphenodon punctatus, é um réptil de 60 centímetros que lembra um dinossauro.

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