Quase mil são detidos após protesto em Copenhague

Capital dinamarquesa abriga reunião de cúpula climática mundial, a COP 15

Reuters

13 Dezembro 2009 | 04h44

A polícia dinamarquesa deteve quase mil pessoas no sábado, 12, durante massivas manifestações em Copenhague que buscavam pressionar para que os negociadores das Nações Unidas acordem um tratado que tenha força suficiente para combater o aquecimento global.

 

 

Dezenas de milhares de pessoas fizeram uma marcha pelas ruas da Austrália e Estados Unidos como parte de um "Dia de Ação" mundial, ao mesmo tempo que explodiu a violência na capital dinamarquesa, quando manifestantes quebraram janelas e puseram fogo em alguns carros.

 

Dezenas de milhares de participantes da marcha deixam o parlamento, no centro de Copenhague

 

 

Veja também: 

blog Blog da COP: o dia a dia na cúpula

especialGlossário sobre o aquecimento global

especialO mundo mais quente: mudanças geográficas devido ao aquecimento

especialEntenda as negociações do novo acordo   

especialRumo à economia de baixo carbono 

 

A polícia antichoque deteve mais de 900 pessoas em Copenhague logo depois que manifestantes vestidos de preto arremessaram algumas garrafas e quebraram janelas. Um porta-voz da polícia falou em 968 pessoas presas.

 

A manifestação principal foi encabeçada por bailarinos, tambores e cartazes nos quais se lia "Não há planeta B" e "Mudem as políticas, não o clima". Alguns ativistas estavam vestidos como ursos polares e pinguins com cartazes que diziam: "Salvem os Humanos!".

 

Organizadores disseram que até 100 mil pessoas participaram da marcha, com a esperança que sua manifestação e outras ao redor do mundo possam pressionar o encontro de fechamento de 110 líderes mundiais na próximas quinta-feira e sexta-feira.

Mais conteúdo sobre:
Copenhague protesto Cop 15

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.