Amanda Perobelli/Estadão
Amanda Perobelli/Estadão

Projeto planta 170 árvores nativas no Pomar Urbano do Pinheiros

Ação de jardinagem faz parte do projeto Pomar Urbano, lançado em 1999, no governo Mario Covas, com o apoio do Jornal da Tarde e da Rádio Eldorado

O Estado de S. Paulo

21 Setembro 2016 | 22h05

Em comemoração ao Dia da Árvore, celebrado nesta quarta-feira, 21, um grupo de 50 presos em regime semiaberto fez  um plantio de 170 árvores nativas da Mata Atlântica na beira do Rio Pinheiros, perto da usina de Traição. A ação de jardinagem faz parte do projeto Pomar Urbano, lançado em 1999, no governo Mario Covas (PSDB), em uma ação com o apoio do Jornal da Tarde e da Rádio Eldorado. Depois disso, ele recuperou cerca de 24 quilômetros das margens do Rio Pinheiros com apoio de empresas parceiras.

Esta é a primeira vez, porém, que as árvores são plantadas realmente ao lado da água, o que pode ajudar a proteger o rio. Matas ciliares são capazes de filtrar poluentes e evitar erosão. Entre as árvores plantadas estão ingá, figueira, palmeira juçara, manacá da serra, embaúba e a palmeira que deu origem ao antigo nome do Pinheiros: o jerivá. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado, antigamente o Pinheiros era conhecido como jurubatuba ou jiribatuba, que significa “lugar que tem muito jerivá”. 

A árvore é o símbolo do Pomar Urbano. A ação ainda foi uma parceria da SMA com as secretarias de Emprego e Relações do Trabalho e de Administração Penitenciária. Os presos recebem mensalmente uma bolsa-auxílio de R$ 300 e podem ter a redução de um dia de pena para cada três dias trabalhados.

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