Preocupações ambientais ganham novo impulso com ESG
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Preocupações ambientais ganham novo impulso com ESG

A sigla ESG, composta pelas iniciais em inglês de Ambiental, Social e Governança, vem ganhando importância cada dia maior no cenário corporativo brasileiro.

KPMG, Estadão Blue Studio
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05 de maio de 2021 | 13h05

 Trata-se do tripé que resume os aspectos que devem sustentar a estratégia de negócios das corporações atentas às necessidades e às exigências da sociedade e do mercado.

Especialistas alertam que entender a relação entre o contexto em que os negócios acontecem e a estratégia da empresa é crítico para o sucesso no curto e no longo prazos. O contexto atual apresenta elementos ambientais, sociais e éticos que têm de ser considerados e gerenciados para o sucesso dos negócios.

As consequências de “deixar para depois” as ações necessárias podem levar a perdas relevantes, ressalta a sócia da KPMG especializada em ESG, Nelmara Arbex. “Os problemas que estamos enfrentando são urgentes, inclusive para os negócios. Empresas que não conseguirem demonstrar seu comprometimento com as ações terão perdas cada vez maiores de capital reputacional, difícil de ser recuperado”, ela adverte.

Década desafiadora

A jornada ESG envolve uma mudança profunda de mentalidade, em que a tradicional prioridade dada ao objetivo de proporcionar lucro aos acionistas passa a ser combinada com propósitos que beneficiam também a sociedade e os demais públicos da empresa: funcionários, clientes, fornecedores, comunidade. Aspectos sociais, ambientais e éticos passam a ter impactos cada vez mais relevantes sobre os resultados financeiros.

“As empresas não podem mais ficar apenas no discurso. Precisam assumir compromissos e comprovar os avanços por meio de indicadores claros e reconhecidos globalmente”, concorda Carlo Linkevieius Pereira, diretor no Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi por iniciativa do Pacto Global – maior ação de sustentabilidade corporativa do mundo, com 16 mil membros em 160 países – que surgiram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) para 2030, principal referência dos avanços que precisam ocorrer ao longo da década que está começando.

Metas claras

O ano de 2021 está sendo considerado um marco na jornada ESG das empresas, especialmente em decorrência da maior conscientização trazida pela pandemia em relação à vulnerabilidade do planeta no pilar Ambiental. Ações efetivas para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, em busca das metas acertadas no Acordo de Paris, em 2015, tornaram-se uma emergência ainda maior.

A Cúpula de Líderes para o Clima, realizada em abril, deixou clara a expectativa por ações efetivas quando as principais economias definiram metas para reduções relevantes de emissões nos próximos anos. Uma nova rodada de negociações ocorrerá em novembro durante a COP-26, conferência sobre o clima da ONU que se realizará em Glasgow, na Escócia. “Os consumidores, as empresas e o agronegócio têm papel crítico para o sucesso da implementação das metas de redução de emissões. Há recursos globais para apoiar essa transição. Com metas claras, toda a sociedade vai se mover na direção das soluções”, reforça Nelmara.

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Empresas que não conseguirem demonstrar seu comprometimento com as ações terão perdas cada vez maiores de capital reputacional, difícil de ser recuperado.
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Nelmara Arbex, sócia da KPMG especializada em ESG

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