Potencial econômico de parques brasileiros será mapeado

Objetivo do estudo é elaborar diagnóstico de oportunidades econômicas oferecidas por áreas de preservação

Afra Balazina e Andrea Vialli, O Estado de S. Paulo

03 de setembro de 2010 | 11h51

O potencial econômico das Unidades de Conservação (UCs) do Brasil, como parques e florestas públicas, é tema de um estudo que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) prepara para levar à COP-10, a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que será realizada em outubro deste ano em Nagoya, no Japão.

 

O Brasil possui 310 áreas de conservação federais e 374 estaduais. Do total, 26,7% permitem variedade de usos econômicos, como ecoturismo, pesquisa científica, manejo de recursos florestais e agricultura. “O Brasil tem um amplo potencial de aproveitamento dos parques, que ainda é pouco conhecido e explorado”, diz Fábio França de Araújo, diretor do departamento de áreas protegidas do MMA. Ele explica que em países como os Estados Unidos o turismo em parques nacionais promove uma receita de US$ 15 bilhões na economia e gera 250 mil empregos.

 

O objetivo do estudo, feito em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a UFRJ, será elaborar um diagnóstico das oportunidades econômicas que áreas de preservação oferecem.

 

 

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