Peru investirá US$ 7 milhões para restaurar Machu Picchu

Entre outras medidas, será elaborado um cadastro arqueológico digital do parque de Machu Picchu

EFE,

06 de novembro de 2007 | 14h54

O Instituto Nacional de Cultura do Peru (INC)investirá 23,1 milhões de novos sóis (US$ 7,3 milhões) em trabalhos de pesquisa e restauração dos vestígios arqueológicos no parque histórico e natural de Machu Picchu, informou a agência oficial Andina.      O diretor do INC de Cuzco, Jorge Zegarra, afirmou que as tarefas começarão em fevereiro do próximo ano. Durante três anos, os especialistas vão trabalhar nos sítios de Wayna Picchu, Qanabamba, Salapunku, Waynaquente, Torontoy, Pampaqawana, Paucarcancha e Rayancancha, assim como nos caminhos pré-hispânicos de Salcantay.      Esses lugares, disse Zegarra, foram afetados pela água e pela vegetação, além de apresentar fissuras de muros, deterioração do pavimento de pedras e o colapso de algumas estruturas.      O diretor do INC do Cuzco explicou que também será elaborado um cadastro arqueológico digital do parque de Machu Picchu e um programa para informar os moradores sobre a importância da região.      O orçamento será financiado pelos ingressos cobrados de turistas na cidadela inca de Machu Picchu, o principal destino arqueológico da América do Sul, e outros monumentos arqueológicos do departamento de Cuzco.      O parque de Machu Picchu tem uma extensão de 32 mil hectares, que compreendem um grande patrimônio ntural e histórico. A cidadela inca é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1981 e foi eleita este ano uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.

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