Keld Navntoft/Scanpix Denmark/Reuters
Keld Navntoft/Scanpix Denmark/Reuters

Outra girafa de zoológico dinamarquês pode ser sacrificada

Zoológico teria começado participar de programa europeu para reprodução de animais, motivo pelo qual um de seus machos deverá deixar o lugar quando chegar uma fêmea

EFE

13 Fevereiro 2014 | 22h22

O zoológico Jyllands, situado na cidade dinamarquesa de Videbaek, anunciou nesta quinta-feira, 13, que uma de suas duas girafas macho pode ser sacrificada por se tratar de um exemplar não apto para a reprodução.

Em Jyllands, se planeja matar Marius - mesmo nome de outra girafa sacrificada na último domingo, 9 - porque o animal, de sete anos de idade "é um híbrido, uma mistura de duas subespécies", não apto para a reprodução, explicou à televisão local TV2 uma trabalhadora do zoológico, Janni Poulsen.

Poulsen disse que o zoológico começou a participar há pouco tempo de um programa europeu para reprodução de animais, motivo pelo qual um de seus machos deverá deixar o lugar quando chegar uma fêmea.

"Se nos dizem que temos que fazer a eutanásia, claro que a faremos. Apoiamos absolutamente nossos colegas de Copenhague e teríamos feito o mesmo", disse.

Críticas. Há quatro dias, o zoológico de Copenhague é objeto de duras críticas por ter sacrificado uma girafa macho de dois anos de idade, que curiosamente também se chamava Marius. Marius foi morta com um disparo e logo depois foi dada para alimentação dos leões, tudo isso em frente a visitantes, entre eles muitas crianças.

Foto: Reuters

O zoológico de Copenhague justificou o sacrifício da girafa, que havia nascido de uma relação entre dois animais parentes, com sua política de garantir que os melhores genes passem para as gerações vindouras para preservar assim a sobrevivência a longo prazo e a saúde das espécies que acolhe.

Acolhimento. A república de Chechênia está disposta a dar abrigo à girafa que corre risco de ser sacrificada na Dinamarca, disse nesta quinta-feira o líder russo, Ramzán Kadírov.

"Estou convencido de que em uma sociedade democrática, que crê em princípios humanitários, não devem acontecer estas coisas", disse o líder, indignado com a polêmica decisão do zoológico.

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