Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Operação no Pará fecha 31 garimpos ilegais em 15 dias

O dado faz parte do balanço da operação, em que foram apreendidos 14 veículos, 24 motosserras e 746 metros cúbicos de madeira; dez pessoas foram presas e 17 acampamentos de desmatadores foram destruídos

André Borges, O Estado de S.Paulo

09 de novembro de 2020 | 20h56

Brasília - A quinta fase da Operação Amazônia Viva, concluída neste último domingo, 8, por equipes da força de combate ao desmatamento do Pará, realizou o fechamento de 31 garimpos ilegais em 15 dias de ação na floresta.

O dado faz parte do balanço da operação, que somou uma área embargada de 5.220 hectares, equivalente ao tamanho da cidade de Santos, no litoral paulista. Foram apreendidos 14 veículos, 24 motosserras e 746 metros cúbicos de madeira. Dez pessoas foram presas e 17 acampamentos de desmatadores foram destruídos.

"Desde o início deste ano, já tínhamos fechado seis garimpos ilegais e nessa fase da operação conseguimos, em 15 dias, acabar a atividade ilegal em 31 garimpos", disse o diretor de fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente do Pará e coordenador da Operação, Rayrton Carneiro.

O trabalho foi realizado em parceria com policiais militares do Batalhão Ambiental (BPA), Policiais Civis, Bombeiros e Peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. A quinta fase da Operação Amazônia Viva começou no dia 20 de outubro e foi até o dia 7 de novembro.

O trabalho da Força Estadual de Combate ao Desmatamento teve seis frentes de trabalho nos municípios de Senador José Porfírio, Moju, Tailândia, Pacajá, Novo Progresso e São Félix do Xingu, que cobrem no total, uma região que abrange 15 municípios.

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