Nova Zelândia banirá lâmpadas convencionais em 2009

Intenção é diminuir a emissão de gases estufa e os custos com energia nos próximos 12 anos

AE-AP

17 Junho 2008 | 19h22

A Nova Zelândia banirá a venda de lâmpadas incandescentes a partir de outubro de 2009. A intenção é diminuir a emissão de gases causadores do efeito estufa e os custos com energia nos próximos 12 anos, informou o governo nesta terça-feira, 17.   O ministro de Energia, David Parker, disse que as lâmpadas incandescentes seriam trocadas pelas fluorescentes compactas no país. "A tradicional lâmpada elétrica é uma tecnologia muito velha e ineficiente. Apenas cinco por cento da energia gerada por ela vira luz - o resto é desperdiçado como calor", afirmou Parker em um comunicado.   A proibição da venda começa no ano que vem. No mesmo período, a vizinha Austrália imporá restrição similar.   Segundo uma porta-voz do governo, os neozelandeses economizarão quase US$ 377 milhões (R$ 607 milhões) até 2020. Além disso, haverá uma redução substancial na emissão de gases causadores do efeito estufa com a alteração.

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