Mundo real sinaliza sobre a urgência
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Mundo real sinaliza sobre a urgência

O mais recente estudo divulgado pelo IPCC, em fevereiro deste ano, mostra que o mundo já está sofrendo

Estadão Blue Studio, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2022 | 08h00

O mais recente estudo divulgado pelo IPCC, em fevereiro deste ano, mostra que o mundo já está sofrendo. Entre 3,3 bilhões e 3,6 bilhões de pessoas habitam regiões que já estão altamente vulneráveis à mudança do clima. A situação é pior entre os mais pobres na África, América do Sul, Ásia ou nos pequenos países insulares.

Entre 2010 e 2020 o número de mortes registradas por enchentes, secas e tempestades foi 15 vezes maior nas regiões mais vulneráveis do que nas menos afetadas pelas mudanças climáticas globais. O aumento da intensidade dos eventos climáticos extremos é provocado pelo aquecimento global.

Até 2040, diversos ecossistemas estarão em risco alto ou muito alto de perda de biodiversidade. Ou seja, existem pelo menos 8 possibilidades em 10 de essas perdas realmente ocorrerem.

Os ursos-polares do ártico ou os recifes de corais tropicais são os que podem desaparecer primeiro. As consequências, se nada for feito, vão continuar se acumulado até pelo menos 2030.

IPCC projeta mais de 250 mil mortes por ano (em comparação ao período de 1961 a 1990) até meados do século por causa da crise climática

Haverá de 1 a 12 dias por ano com temperaturas superiores aos 32°C na região amazônica (mais do que 31°C já afeta a saúde humana)

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