Minc descarta imposto para financiar preservação da Amazônia

Proposta de 'CSS' ambiental foi apresentada pelo governador de Rondônia, Ivo Cassol, na quinta-feira, 19

Agência Brasil

20 Junho 2008 | 14h05

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, descartou nesta sexta-feira, 20, a idéia de se criar um imposto nos moldes da Contribuição Social para a Saúde (CSS) para aumentar os recursos destinados à preservação da Amazônia. A proposta foi apresentada na quinta-feria, 19, pelo governador de Rondônia, Ivo Cassol, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.   Veja também:    Depoimento de Maggi e Cassol virou palanque contra governo  Governadores divergem sobre recursos para meio ambiente  Cassol defende imposto para financiar preservação da Amazônia  Desmatamento real é só 10% dos números do Inpe, diz Maggi  Ações diárias que salvam o planeta   Acompanhe a trajetória do desmatamento na Amazônia; abril teve mais desmate  Leia a edição online da Revista da Amazônia   Fórum: é possível salvar a floresta amazônica?    Segundo Minc, o ideal é que os estados e a União trabalhem juntos, inclusive, com a utilização de batalhões e bombeiros florestais para coibir os danos ao meio ambiente.   "Acho sim que poderíamos usar fundos como o Fundo Amazônia, que vai arrecadar US$ 900 milhões. Desse fundo, sairiam recursos para os estados melhorarem a preservação e não mais novos impostos, porque ninguém agüenta".   De acordo com o ministro, o fundo será criado daqui a um mês e contará com dinheiro doado por outros países. A Noruega já garantiu a liberação de US$ 100 milhões, informou Carlos Minc.   O ministro participou nesta sexta-feira, 20, da divulgação dos dados do Cadastro Nacional de Florestas Públicas (CNFP) 2008, na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

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