REUTERS/Kevin Lamarque
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Leonardo DiCaprio, Cher e Camila Cabello se unem para pressionar líderes globais na COP-26

Ao lado de outros nomes como Cindy Lauper, Quincy Jones e Pitbull, artistas participam de campanha da ONU que pede pelo cumprimento das metas estabelecidas no Acordo de Paris

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2021 | 14h00

Cerca de trinta celebridades, incluindo Leonardo DiCaprio, Camilla Cabello, Pitbull e Cher, juntaram-se a uma campanha organizada pela ONU para pedir aos mais de 120 líderes reunidos em Glasgow durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-26) que aumentem urgentemente os esforços para lutar pelo ambiente.

Intitulada "Right Here, Right Now" ("Aqui, agora"), a iniciativa acontece nas redes sociais a partir desta quarta-feira, 3, e também conta com a participação de Cyndi Lauper, Quincy Jones, Jason Mraz e Jordin Sparks, dentre outros. Juntos, eles exigem a aceleração dos objetivos fixados no Acordo de Paris.

O grupo de artistas, cuja mensagem se estima chegar a cerca de 630 milhões de pessoas nas redes sociais, aliou-se ao Conselho de Direitos Humanos por considerar que as mudanças climáticas não se limitam apenas a uma crise ambiental.

"Agradecemos às celebridades que estão nos ajudando a promover as mudanças climáticas como uma crise de direitos humanos, porque os negros, os pobres e os marginalizados são os que mais sofrerão com esta catástrofe climática", explicou David Clark, fundador da campanha. "É fundamental que humanizemos essa questão por meio de uma perspectiva de direitos humanos, porque as pessoas precisam entender que as decisões que tomam têm um impacto real sobre a população."

Além da campanha social, o Conselho de Direitos Humanos da ONU organizará junto com a Universidade de Colorado Boulder uma cúpula no final do próximo ano, durante a qual se espera reunir lideranças nas áreas científica, política, empresarial, educacional e de direitos humanos.

"A Cúpula Global do Clima reunirá pessoas de diferentes disciplinas, culturas e experiências para enfrentar a crise climática como a crise dos Direitos Humanos que é", disse Benjamin Schachter, representante do Departamento de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Conselho de Direitos Humanos da ONU. / EFE

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