Irene inunda nordeste dos EUA, Manhattan é poupado do pior

O furacão Irene passou por Manhattan, em Nova York, no domingo, mas reservou a pior de sua fúria para cidades e subúrbios do nordeste dos Estados Unidos, onde fortes chuvas e enchentes inundaram casas e cortaram o fornecimento de energia para milhões de pessoas.

EDITH HONAN E CLARE BALDWIN, REUTERS

29 Agosto 2011 | 07h37

Ao se deslocar para a Costa Leste do país no final de semana, a tempestade matou ao menos 20 pessoas e deixou cerca de 5 milhões de pessoas e empresas sem eletricidade, provocando amplas inundações e derrubando milhares de árvores. Nova Jersey, uma região suburbana, e Vermont, uma área rural, foram duramente atingidas.

O Irene obrigou o fechamento do sistema de transporte público de Nova York --que estava previsto para retomar o serviço gradativamente nesta segunda-feira a partir das 6h (7h, horário local)-- e o cancelamento de milhares de voos, alguns dos quais serão retomados nesta segunda-feira.

A maioria dos serviços ferroviários que transportam a população dos subúrbios para a cidade de Nova York foi suspensa indefinidamente.

O presidente Barack Obama alertou que os problemas da região estavam longe de resolvidos.

"Muitos americanos ainda estão em risco de cortes de energia e enchentes, que podem piorar nos próximos dias a medida que rios transbordam", disse Obama, prometendo que o governo federal ajudaria nos esforços de recuperação.

Ao se aproximar da fronteira com o Canadá, o Irene teve sua classificação reduzida para um ciclone pós-tropical, informou o NHC na noite de domingo. A tempestade sustentava ventos de quase 80 quilômetros por hora por volta da 0h (horário de Brasília).

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