Inea diz que derramamento de óleo no Paraíba do Sul já foi controlado

Medidas para conter o derramamento incluem barreiras de absorção de óleo e limpeza das margens

Agência Brasil

01 Novembro 2010 | 13h09

Rio de Janeiro - O derramamento de 26 mil litros de óleo vegetal no Rio Paraíba do Sul, que deixou 400 mil pessoas sem água na sexta e no sábado (30), no sul fluminense, foi controlado e já não oferece riscos de causar maiores prejuízos ao meio ambiente, nem prejudicar o abastecimento de água na região metropolitana do Rio. As cidades de Volta Redonda, Pinheiral e Barra do Piraí, que ficaram sem água, já estão com a distribuição normalizada.

 

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As informações foram dadas hoje (1º) pelo presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino. De acordo com ele, apenas ações de precaução estão sendo adotadas pelo estado, como a instalação de barreiras de absorção para evitar que o óleo chegue às tomadas de captação de água dos municípios.

“A situação está absolutamente sob controle. Nós estamos por precaução mantendo barreiras de absorção junto às tomadas de Pinheiral, Vargem Alegre, Barra do Piraí e a transposição de Santa Cecília para garantir que algum pedacinho de óleo que se desprenda da margem, que tenha ficado agarrado, não possa cair nessas tomadas”, disse Firmino.

Ele garantiu que o serviço de limpeza nas margens continua até que seja completado o trabalho de raspagem na vegetação e que não se tenha mais qualquer vestígio de óleo. Segundo ele, a expectativa é que até amanhã (2) o serviço tenha terminado.

Ainda de acordo com o presidente do Inea, a intenção é solicitar que o Ibama exija da concessionária Nova Dutra, que administra a rodovia, a instalação de caixas de retenção em pontos frágeis das margens do Rio Paraíba do Sul. O vazamento ocorreu sexta-feira (29), quando um caminhão bateu em uma carreta-tanque carregada de óleo, no km 272 da Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo, no sentido Rio.

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