Ibama adia novamente leilão de bois piratas

Preço foi reduzido ainda mais para tentar vender o rebanho de 3.046 cabeças

Alexandre Inacio, Agência Estado

26 Agosto 2008 | 18h59

O leilão dos bois piratas apreendidos em junho pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na Estação Ecológica Terra do Meio, que fica em Altamira, no Pará, previsto para ser realizado nesta terça-feira, 26, foi adiado mais uma vez. Atendendo um pedido do próprio Ibama, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou um novo edital informando que a nova data para tentar vender o rebanho de 3.046 cabeças é a próxima quinta-feira, 28.   Veja também:  Governo avalia usar 'boi pirata' para ações sociais   Além de adiar mais uma vez a venda dos bois piratas, o Ibama reduziu ainda mais o valor dos lotes. A previsão era de que o lance inicial pelos animais no leilão de hoje fosse de R$ 1,6 milhão, preço que já representada uma redução de 50% sobre o primeiro valor divulgado pelo Ibama, de R$ 3,15 milhões. De acordo com o novo edital, o novo valor do rebanho foi reduzido em mais 21% e será de R$ 1,25 milhão. Na prática, o novo preço representa um deságio superior a 60% sobre o valor original do rebanho.

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