Hungria deve ter novo vazamento de lama tóxica, diz ministro

Desastre poderá ser menos grave do que o primeiro, em que vazou 1 milhão de metros cúbicos de lama tóxica

EFE/Bea Kallos, EFE

10 Outubro 2010 | 11h50

Soldados húngaros fazem fila para se limpar da lama tóxica. EFE/Bea Kallos

 

KOLONTÁR  - As autoridades húngaras disseram neste domingo, 10, que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro, que por causa do desmoronamento total dos muros de contenção na segunda-feira permitiu escapar 1 milhão de metros cúbicos de lama tóxica.

 

Veja também:

Analistas da UE irão à Hungria cuidar de efeito da lama tóxica

 

"O que esperamos, de acordo com as estimativas dos analistas, é que esses muros danificados desmoronem", indicou à imprensa Zoltan Illes, ministro de Estado do Meio Ambiente.

 

Em declarações a partir do mesmo reservatório que rompeu na segunda-feira e provocou uma enchente que deixou sete mortos, um desaparecido e enormes danos ambientais, Illes explicou que no reservatório ainda estão armazenados 2,5 milhões de metros cúbicos de lama tóxica gerada pela produção de alumínio.

 

Essa lama, no entanto, tem uma consistência mais espessa, por isso que espera-se que o novo vazamento não tenha a mesma velocidade e alcance da avalanche de segunda-feira.

Mais conteúdo sobre:
Hungria lama tóxica

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.