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Geleiras reagem de maneiras diferentes ao aquecimento global

Perito Moreno, na Argentina, é uma das poucas paisagens geladas que não se alteraram com mudança do clima

15 Junho 2009 | 15h51

A Geleira Perito Moreno da Argentina é uma das poucas paisagens geladas do planeta que não se alteraram com o aumento das temperaturas globais.

 

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Nutrida pelo degelo dos Andes, a geleira cresce constantemente, mesmo quando icebergs do tamanho de prédios de apartamentos se desprendem dela, mantendo um equilíbrio perfeito desde que as medições começaram há mais de um século.

 

"Não temos certeza porque isso acontece", disse Andres Rivera, especialista do Centro de Estudos Científicos de Valdivia, no Chile. "Mas as geleiras não respondem todas da mesma maneira ao aquecimento global."

 

A cada dois anos, mais ou menos, a Perito Moreno se expande o suficiente para encostar em uma ponta de terra do outro lado do lago Argentina, cortando o maior lago do país pela metade e formando uma barragem de gelo.

 

A água de um dos lados da barragem pressiona a geleira até que o gelo se quebra, sob os olhares de centenas de turistas.

 

A ruptura é uma lembrança de que mesmo a Perito Moreno parecendo um vasto e longo rio congelado de 30 quilômetros, ela é uma geleira dinâmica que se move de maneira inesperada.

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