Galinhas criadas soltas garantem ovos melhores

Sistema de criação sem cativeiro é certificado e gera ovos com mais vitaminas A e E

29 de setembro de 2010 | 17h56

Boa parte das pessoas sabe que a criação de galinhas poedeiras hoje segue padrões, no mínimo, contestáveis. Centenas de bichos confinados em gaiolas, sem ver a luz do sol, são estimulados por lâmpadas que nunca se apagam. Pois a empresa Vital Farms, nos EUA, conseguiu tornar lucrativa uma criação a céu aberto. Resultado: ovos mais ricos em vitamina A, certificados e com menos colesterol.

 

 

1) Vida saudável

Para que o ovo seja certificado, os pintinhos comem orgânicos desde o segundo dia de vida. As galinhas vivem em média 15 anos, mas a partir dos 2 sua produtividade cai. Na Vital Farms, as “aposentadas” são doadas a agricultores familiares.

 

 

2) Soltas e bem alimentadas

Nesta criação, as galinhas passam o dia soltas ciscando em fazendas cujo pasto não contém herbicidas ou pesticidas. Nada de comida geneticamente modificada: só vitaminas, milho orgânico e probióticos (seres vivos benéficos ao organismo).

 

 

3) Produtivas, sem ‘neura’

Sob essas condições, uma galinha leva cerca de 28 horas para processar um ovo. A produtividade dessa criação é de um ovo por dia por ave, ou menos. Por mês, uma galinha criada solta põe cerca de 25 ovos. Elas botam, em geral, de manhã.

 

 

4) Mais sabor e saúde

Os ovos da fazenda têm um terço a menos de colesterol e dois terços a mais de vitamina A comparados aos de granjas convencionais. Também apresentam sete vezes mais vitamina E. Os segredos são a alimentação e o exercício.

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