Divulgação/Zoológico de SP
Divulgação/Zoológico de SP

Filha de Teteia, hipopótamo matriarca do zoo, fica deprimida após morte da mãe

Sininho sentiu a perda de sua mãe e apresentou quadro de depressão, deixando de se alimentar por dois dias

Solange Spigliatti, estadão.com.br

10 Agosto 2011 | 11h02

SÃO PAULO - A filha do hipopótamo fêmea Teteia, que morreu na última sexta-feira, no Zoológico de São Paulo, sentiu a perda de sua mãe e apresentou quadro de depressão, deixando de se alimentar por dois dias.

 

Segundo a bióloga do Zoológico, Inaiá Sedenho Manoel, o hipopótamo fêmea Sininho, de 10 anos, vivia com sua mãe desde seu nascimento, em 2001, e ficou deprimida com a morte. Por conta da falta da mãe, Sininho ficou sem comer na sexta e no sábado, mas no domingo começou a se alimentar.

 

Os técnicos do zoo observam Sininho diariamente para ter certeza que ela tem se alimentado normalmente. Segundo Inaiá, Sininho ainda sente falta da mãe, mas aos poucos volta a sua rotina, comendo a ração apropriada para sua espécie, junto com abóbora e capim.

 

No zoo também estão Colônia, outro hipopótamo fêmea, que fica no recinto de exposição ao lado do de Sininho, e Pororó, que é neto de Teteia e vive no Zoo Safári.

 

Teteia é o único hipopótamo fêmea que se reproduziu no zoo, ela teve 10 gestações. Outros filhotes de Teteia estão espalhados pelo Brasil, nos zoológicos de Americana, Leme e São José do Rio Preto, no interior paulista, e de Brasília e Goiânia. Segundo a bióloga, um estudo em andamento analisa se é possível colocar Sininho e Pororó juntos, para procriação.

 

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