Família tenta reduzir consumo de sacos plásticos

Em seu penúltimo relato, Rose Silva conta como o hábito de apagar as luzes já foi incorporado na rotina da casa.

BBC Brasil, BBC

03 Dezembro 2009 | 16h54

No penúltimo relato sobre as mudanças de comportamento de sua família em busca de hábitos mais sustentáveis, Rose Silva fala do desafio de reduzir o consumo de sacos plásticos.

Até o final desta semana, Rose, seu marido, Giorgio Romano Schutte, e os filhos do casal, Isadora, 11, e Angelo, 8, vão relatar as pequenas adaptações em sua rotina com o objetivo de reduzir seu impacto ambiental.

Confira abaixo o diário da família.

"Ontem decidimos conversar sobre o uso de plásticos na nossa casa, já que a idéia de prestar atenção nas luzes e aparelhos já parece bastante incorporada ao cotidiano da família.

Angelo observou, antes de dormir, que eu havia esquecido a luz da cozinha acesa e saiu do andar de cima da casa para apagá-la lá em baixo. Isadora também diminuiu definitivamente o tempo do banho, inclusive descobriu que dessa forma sobra mais para outras atividades.

Discutimos durante o jantar a possibilidade real de reduzir o consumo de saquinhos de plástico, tema de grande importância quando se fala de impacto ambiental e que ainda não nos parece ter avançado muito na sociedade brasileira.

As pessoas continuam desperdiçando muito e os estabelecimentos comerciais não fazem economia ao distribuí-los.

No meu trabalho já adotei o hábito de usar um único copo de vidro ao longo do dia para tomar água, em vez de aumentar a pilha dos descartáveis que vão para o lixo. O mesmo vale para a xícara de café.

Lá em casa reaproveitamos os sacos plásticos que trazemos do supermercado para armazenar lixo. Mas é fato que temos sempre um estoque muito maior de saquinhos do que iremos utilizar por várias semanas. Por isso combinamos que passarei a levar minha própria sacola para as pequenas compras do dia-a-dia." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.