Europeus querem acordo para cortar emissões de CO2 em 50%

O chanceler italiano Franco Frattini disse a meta é 'extremamente ambiciosa' deverá ser um dos focos do G8

Reuters,

06 Julho 2009 | 16h09

Itália, França e Reino Unido pediram que as principais economias em desenvolvimento, como China e Índia, comprometam-se, durante a reunião do G8 desta semana,  com o objetivo de reduzir à metade as emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa até 2050.

 

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O chanceler italiano Franco Frattini disse que o objetivo "extremamente ambicioso" deverá ser o foco do segundo dia da cúpula, quinta-feira, 9, quando o presidente dos EUA, Barack Obama, presidirá uma reunião do Fórum das Grandes Economias, que reúne 17 países.

 

O Fórum, que agrega países ricos e pobres responsáveis, em conjunto, por 80% das emissões globais de gases do efeito estufa, espera obter progressos rumo a um novo acordo global sobre a mudança climática, que terá de ser assinado durante uma reunião da ONU prevista para dezembro, em Copenhague.

 

"O slogan é Menos 50 em 2050. Se acertarmos isso com China, Índia, Coreia (do Sul) e os países africanos e latino-americanos, será um objetivo extremamente ambicioso", disse Frattini em entrevista publicada no jornal Il Messaggero.

 

O pedido foi repetido pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, e pelo primeiro-ministro britânico Gordon Brown, que se encontraram para uma cúpula bilateral na cidade de Evian, nos Alpes franceses.

 

Em uma nota conjunta, os dois países afirmam que a reunião do G8 "testará nossa determinação para abarcar a escala das mudanças necessárias para tratar do desafio do aquecimento global".

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