Coordenação Científica do Grupo de Acompanhamento e Avaliação
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Estudo do governo federal indica baixa probabilidade de óleo chegar a SP

Informação é baseada em cálculos que levam em conta a dinâmica das correntes oceânicas e a agitação marítima predominantes ao sul do Cabo de São Tomé

Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

28 de novembro de 2019 | 15h30

RIO - A força-tarefa do governo federal responsável por acompanhar o derramamento de óleo no litoral brasileiro considera “baixa” a probabilidade de resíduos de óleo alcançarem as praias ao sul de Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense. Nesse caso, o óleo não chegaria ao município do Rio de Janeiro e nem ao litoral paulista e do sul.

A informação, baseada em cálculos que levam em conta a dinâmica das correntes oceânicas e a agitação marítima predominantes ao sul do Cabo de São Tomé (península na região de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense), foi divulgada em nota nesta quinta-feira, 28.

"A Coordenação Científica do Grupo de Acompanhamento e Avaliação, composta por pesquisadores e cientistas do todo o País, informa que o Grupo de Trabalho nº1: 'Modelagem Numérica e Sensoriamento Remoto' analisou a dinâmica das correntes oceânicas e a agitação marítima predominantes ao sul do Cabo de São Tomé e concluiu como baixa a probabilidade de resíduos de óleo alcançarem as praias ao sul de Cabo Frio. Como referência, o grupo de trabalho observou as quantidades decrescentes de resíduos de óleo nas praias brasileiras, a baixa quantidade de material que atingiu a região Sudeste e o comportamento das correntes na superfície e subsuperfície marítima”, afirma nota da força-tarefa.

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