Estudo aponta cinco áreas de combate ao aquecimento

Avaliação do Banco Mundial analisa os esforços da entidade para fomentar energias renováveis em grande escala

Andrea Vialli e Liège Albuquerque, O Estado de S. Paulo

05 Novembro 2010 | 11h38

O investimento do Banco Mundial no fomento a tecnologias de baixo carbono ainda não cumpriu sua promessa de catalisar novos investimentos de grande escala em energias renováveis.

 

É o que aponta um novo estudo do Grupo de Avaliação Independente (IEG) do próprio Banco Mundial, que examinou os esforços da entidade na redução dos efeitos das mudanças climáticas.

 

Nos exercícios financeiros de 2003 a 2008 o Grupo Banco Mundial ampliou os investimentos anuais em energia renovável e eficiência energética de US$ 200 milhões para US$ 2 bilhões. Em 2008, a instituição de fomento passou a adotar uma estrutura de políticas sobre desenvolvimento e mudança climática e destinou outros US$ 5 bilhões em fundos para a redução de gases do efeito estufa.

 

Ao examinar esses esforços de expansão, o relatório aponta cinco áreas que podem produzir resultados mais marcantes nos próximos anos: eficiência energética; proteção florestal; financiamento apropriado de projetos; transferência de tecnologia e aprendizagem acelerada. “Para promover um crescimento mais verde é crítico que os esforços enfoquem as áreas de maior eficácia”, diz Vinod Thomas, diretor-geral do IEG.

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