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Estátua lembra os esforços para o combate ao buraco na camada de ozônio

Obra de Yuan Xikun, que retrata a deusa Nüwa reparando um buraco no paraíso, ficará em Viena

O Estado de S. Paulo,

22 Novembro 2012 | 12h26

SÃO PAULO - Viena recebeu nesta quinta-feira, 22, a estátua criada pela artista chinesa Yuan Xikun para representar a proteção da camada de ozônio. A cerimônia na Aústria faz parte das comemorações dos 25 anos do Protocolo de Montreal, documento que serve de base para ações de combate ao buraco na camada. A obra já foi exposta na China e nos EUA e agora ficará permanentemente no Centro Internacional Viena, na capital austríaca.

A estátua de quase 4 metros mostra uma representação da deusa Nüwa. De acordo com a tradição chinesa, a deusa fundiu um bloco para tapar um buraco no céu e assim reparar a parede do paraíso.

"Estou doando a escultura para as Nações Unidas como um sinal do meu comprometimento com a organização nos esforços para proteger a Terra, especialmente para as futuras gerações", disse Yuan Xikun, que também atua como patronesse para Artes e Meio Ambiente para o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

O Protocolo de Montreal foi ratificado por 197 países e permitiu a redução de 98% da produção global de substâncias que comprometem a camada de ozônio. A China se utiliza da imagem da deusa Nüwa como um símbolo para campanhas que promovem a redução e eliminação do uso de hidrofluorclorocarbono (HCFCs), produto químico que degrada a camada de ozônio e que é usado principalmente em refrigeradores, ar-condicionado e espuma industrial.

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