Empresa negocia instalação de postos de abastecimento

Atenta ao problema da baixa autonomia das motos elétricas, a Kasinski iniciou conversas com empresas de distribuição de energia, como Light e BR Distribuidora, para negociar a instalação de postos de abastecimento. “Com um cartão pré-pago, seria possível deixar no posto uma bateria vazia e pegar uma carregada para seguir viagem”, exemplifica Claudio Rosa Junior, presidente da empresa.

Glauber Gonçalves, O Estado de S. Paulo

11 de agosto de 2010 | 13h22

 

Segundo ele, nesses postos também podem ser instalados sistemas de recarga rápida. “Eles permitiriam carregar a bateria em cerca de 45 minutos”, acrescenta. O tempo normal para o carregamento completo é de aproximadamente seis horas.

 

A implantação de postos de abastecimento é uma das ações planejadas pela empresa para consolidar o mercado de veículos elétricos no Brasil, antes de partir para novos desafios.

 

Embora a fábrica fluminense ainda seja um projeto, a Kasinski já está de olho em outros negócios. “A estratégia é atender o mercado norte-americano. No futuro, queremos parar de fornecer para os Estados Unidos via China”, disse o presidente da Kasinski.

 

Ele informou, ainda, que inicialmente 70% dos componentes dos produtos fabricados no Brasil serão importados. A tendência, segundo ele, é o índice diminuir, com o ganho de escala na produção.

 

 

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