Guilherme Vieira/Divulgação
Guilherme Vieira/Divulgação

Ecofriendly desde criancinha

O professor de História Guilherme Vieira sempre teve atitudes ambientalmente corretas – mesmo antes da expressão ganhar projeção. Agora, com a chegada do primeiro filho, teve de trocar a bicicleta pelo carro e dispensar diariamente cinco fraldas descartáveis no lixo, o que o incomoda.

Karina Ninni, estadao.com.br

22 Dezembro 2010 | 00h09

 

“Meu pai era biólogo e eu morava numa casa com quintal. Minha mãe jogava o lixo orgânico em nossa horta e nunca dispensamos uma casca de fruta no caminhão de lixo. Para nós, era um desperdício inimaginável. Ela captava água de chuva também.

 

Quando fui morar sozinho, eu tinha um captador de água de chuva de 200 litros em casa. Isso antes de casar. Fiquei quatro meses sem usar água da companhia fornecedora para lavar roupa. Fiz também um aquecedor solar de 20 litros para a água do banho. Só não podia tomar banho muito tarde, porque a água esfriava.

 

Casei e mudei. No último ano, veio meu filho João. Na casa nova, ainda não tive tempo de instalar o captador de água, mas consegui manter a compostagem.

 

A ideia de minimizar os resíduos é muito cara para mim. Não uso sabonete no banho nem pasta de dente – para escovar, uso só água e escova. Essa minha escolha tem 75% de motivação ambiental e outros 15% ideológica. Só parei de ir trabalhar de bicicleta porque moro mais longe e, com o bebê, fica difícil viver sem carro. Mas pretendo retomar a bike assim que possível.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.