Do diagnóstico à ação
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Do diagnóstico à ação

Se a pandemia exigiu uma mudança radical na postura dos estadistas, e da sociedade de uma forma geral, existe uma crise ainda mais dramática sobre a mesa – mesmo com a decisão do presidente russo de invadir a Ucrânia.

Estadão Blue Studio, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2022 | 08h00

O século 21 e a urgência das mudanças climáticas globais não são mais dissociáveis, como mostra o relatório mais recente do IPCC, lançado em fevereiro. Nos próximos meses, novos trabalhos científicos vão mostrar a mesma coisa. A janela temporal para que as emissões de gases de efeito estufa sejam reduzidas está cada vez menor.

Mas não adianta em nada ficar apenas no diagnóstico. A saída envolve conclamar sociedade, governo e setor privado para que realmente enfrentem o problema. No caso do Brasil, e do mercado de carbono mais propriamente dito, ainda não existe uma regulamentação específica sobre o tema, o que pode gerar perdas de oportunidades importantes.

A balança está montada. De um lado, a urgência de ocorrer o enfrentamento das mudanças climáticas. De outro, uma gama de soluções que podem ser implementadas com certa rapidez, desde que se tenha interesse nisso.

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