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Dilma atribui queda no desmatamento a ações do governo

Para presidente, Ibama, Polícia Federal e Exército ajudaram a fiscalizar florestas

11 Junho 2012 | 10h24

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff atribuiu a queda nos níveis de desmatamento florestal anunciada recentemente às ações do governo, dizendo que o País deve ser orgulhar de ser o país que melhor protege suas florestas tropicais. Na semana passada, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o governo revisaram os índices de desmatamento entre agosto de 2010 e julho de 2011, que seria o menor em 24 anos.

 

Em seu programa semanal Café com a Presidenta, Dilma avaliou que a queda do índice é resultado da fiscalização e do trabalho conjunto de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Polícia Federal e as Forças Armadas.

 

"Também é importante dizer que temos oferecido alternativas de produção e renda para a população que vive em nossas florestas, para que esses trabalhadores possam produzir e garantir o seu sustento sem desmatar ou destruir o meio ambiente", disse, ao destacar estratégias como o Bolsa Verde – benefício de R$ 300 pago a cada três meses para as famílias pobres que trabalham na coleta de frutos, na extração de látex ou na pesca artesanal, na Amazônia.

 

Para a presidente, combinar uma fiscalização forte com ações que permitem a exploração sustentável dos recursos naturais ajuda a manter as florestas. Atualmente, segundo ela, mais de 80% da floresta amazônica estão preservados, enquanto na maioria dos países da Europa o índice fica em torno de 10%.

 

Dilma ressaltou que, a partir de agora, as compras feitas pelo governo federal vão dar prioridade a produtos e serviços que forem fabricados respeitando o meio ambiente. A medida inclui produtos como papéis, livros escolares, fardamentos, areia, tijolos, asfalto e cimento. Apenas em 2010, as compras públicas movimentaram R$ 70 bilhões.

 

"Esse é o modelo de desenvolvimento que vamos continuar seguindo, que tem como base três eixos que são igualmente importantes: o eixo crescer, o eixo incluir e o eixo proteger. Isso é o que vamos apresentar ao mundo durante a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que começa nesta semana no Rio de Janeiro", concluiu. 

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