Conferência vê possibilidade de acordo contra caça às baleias

Segundo Bridgewater, que já foi líder da comissão, há uma 'confluência de vibrações positivas' entre as nações

AP,

11 Fevereiro 2009 | 20h58

O movimento atual vai em direção a um avanço inédito em um acordo para a conservação das baleias, disse um grupo de cientistas, diplomatas e advogados comentando as negociações sobre a caça às baleias nesta quarta-feira, 11.   Veja também: Sea Shepherd desiste de perseguição aos baleeiros japoneses Navio de ambientalistas colide com baleeiro na Antártida Baleeiros disparam com canhões de água contra ativistas Austrália nega acordo com Japão para limite da caça às baleias Austrália descarta ação legal pelo fim da caça às baleias Ambientalistas querem ação legal contra baleeiros japoneses   O grupo de especialistas que frequentou a reunião de dois dias que terminou na terça-feira, 10, em Lisboa disse que sentiram um consenso crescente entre os países para a redução do número de baleias e para a criação de um santuário de baleias.   No entanto, o Japão ainda está relutante para aceitar a proibição da caça às baleias, disseram, e governos não deram nenhum sinal público de que um acordo estaria próximo.   Os especialistas que se reuniram em Lisboa não estão diretamente envolvidos nas negociações que pesquisaram.   A Comissão Baleeira Internacional, órgão internacional que regula a caça de várias espécies de baleias, tem tentado chegar a um acordo entre países contra a caça, como a Austrália e os Estados Unidos, e países a favor da caça, como o Japão.   Peter Bridgewater, que já foi líder da comissão, disse que agora há uma "confluência de vibrações positivas" entre as nações, fornecendo "uma oportunidade muito melhor que na década passada" para um acordo.   "Esse pode ser um momento dourado para tentar resolver algumas questões importantes", disse Bridgewater. Ele ressaltou, no entanto, que o Japão "por razões culturais prefere continuar caçando en quantidades bem pequenas."

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