Como minimizar o problema dos carros nas metrópoles?

Elétricos que incomodam

Manuel Cunha Pinto e Karina Ninni, Especial para O Estado de S. Paulo

24 de agosto de 2010 | 23h03

O documentário "Quem matou o carro elétrico?" refaz a trajetória dos veículos movidos a eletricidade desde o início do século 20 até 2005, quando o último de uma série moderna de carros elétricos produzidos na Califórnia foi literalmente esmagado pela própria montadora que o lançou no mercado. O motivo? Pressões da indústria do petróleo e dos fabricantes de veículos movidos a combustão. Depoimentos de cidadãos acima de qualquer suspeita, como Tom Hanks, tornam a história ainda mais interessante. Imperdível.‘Who Killed the Electric Car?’ 2006, 92 min. Direção: Chris Pane

 

Carfree cities, onde os carros não são bem-vindos

Tente imaginar uma grande cidade na qual os automóveis simplesmente não são bem-vindos. O urbanista holandês J. H. Crawford trabalhou esse conceito no livro Carfree Cities, lançado pela editora International Books, no qual projeta metrópoles baseadas em espaços organizados para receber serviços inteligentes de transporte público. A cidade ideal do autor abraça três pontos fundamentais: alta qualidade de vida, eficiência no uso das fontes de energia e rápida circulação de pessoas. Agora é torcer para que a metrópole concebida por Crawford seja colocada em prática

Preço: R$ 52. Onde achar: www.livrariacultura.com.br

 

O drama da locomoção na metrópole

Quais são os impactos causados pelo modelo do transporte urbano nas grandes cidades? Esta é a pergunta central do livro Transporte e Meio Ambiente, do engenheiro e sociólogo Eduardo Alcântara Vasconcellos, que propõe alternativas para uma das maiores fontes de transtornos das metrópoles modernas. Preço: R$ 35. Annablume Editora

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