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Cidade do interior de SP faz censo de animais e coloca chip em 42 mil cães

Objetivo em Presidente Prudente é controlar a população e incentivar a posse responsável

Chico Siqueira, Especial para o Estado,

06 Março 2013 | 17h46

ARAÇATUBA - O Centro de Controle Zoonoses (CCZ) de Presidente Prudente (SP) começou nesta quarta-feira a introduzir chips em todos os cães e gatos da cidade. No total, 42 mil cachorros e 10 mil gatos serão chipados. O objetivo é controlar a população e incentivar a posse responsável desses animais, retirá-los das ruas e manter um controle das zoonoses, combatendo principalmente a leishmaniose visceral, doença que contaminou 29 cães em 2012 e é transmitida para seres humanos.

Os chips são introduzidos sob a pele das costas dos animais. Com eles, será possível acessar o cadastro dos animais num banco de dados do Centro de Zoonoses, onde constam as características do cão, dados sobre vacinação, raça, endereço e nome do proprietário. O trabalho faz parte de um programa iniciado há dois anos pela Prefeitura, que realizou um censo, contando mais de 52 mil animais e criou quatro leis municipais para regulamentar a apreensão de cães soltos pela carrocinha e a aplicação de multas de R$ 477,04 para donos que não cuidam dos bichos. O programa também ampara a prática de eutanásia para animais contaminados pela leishmaniose, que precisam ser sacrificados.

Equipes do CCZ estão visitando casas de alguns bairros da zona Norte da cidade e fazendo a introdução dos chips conforme levantamento do censo canino. De acordo com o diretor do CCZ, Célio Nereu Soares, depois de chipar os animais, técnicos voltarão com a carrocinha para recolher animais soltos nas ruas. "Os cães com chip serão devolvidos aos donos, que terão de pagar uma multa e os sem dono serão disponibilizados para adoção", explicou. Segundo Soares, a expectativa é de que o programa esteja totalmente implantado em quatro anos, quando todos os cães da cidade estarão chipados.

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