Victor R. Caivano/AP
Victor R. Caivano/AP

Chevron diz que manterá plano até que mancha de petróleo seja eliminada

'Uma só gota na superfície é inaceitável', afirmou o presidente da companhia norte-americana responsável pelo acidente na Bacia de Campos

Karla Mendes, Agência Estado,

23 Novembro 2011 | 17h05

O plano de emergência da Chevron será mantido até que a mancha de óleo no litoral do Rio de Janeiro seja completamente eliminada. A informação foi repassada nesta quarta, 23, pelo presidente da Chevron Brasil Petróleo, George Buck. "Vamos continuar com nosso plano de reação até que não haja nenhuma gota na superfície", garantiu o executivo, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

Segundo Buck, a Chevron "considera que uma só gota na superfície é inaceitável". O vazamento de óleo foi de cerca de 2,4 mil barris de petróleo, mas o executivo afirmou que o não houve nenhum dano à vida selvagem em decorrência do incidente.

Buck destacou também que a companhia quer continuar sendo parceira do Brasil na exploração de petróleo. "Queremos continuar sendo parceiros do Brasil no destino de tornar uma super potência", disse.   

 

Ainda nesta quarta, a Chevron entregou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) dados referentes ao plano de emergência para contenção do vazamento de petróleo no Rio de Janeiro.

"A empresa entregou todas informações que requisitamos hoje de manhã, no Rio de Janeiro", afirmou o presidente do Ibama, Curt Trennepohl, antes de participar de audiência pública sobre o tema na Câmara dos Deputados.

Se o plano de emergência tiver sido cumprido, conforme estabelece o licenciamento ambiental, a Chevron não será multada, segundo o presidente do Ibama. "Nós estamos cruzando as informações da empresa com os dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e Marinha", ressaltou Trennepohl. 

 

 

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