Chefe do Greenpeace será deportado após protesto em plataforma de petróleo na Groenlândia

Kumi Naidoo tentou impedir empresa de perfurar em águas profundas

Associated Press

21 Junho 2011 | 10h38

COPENHAGEN - A polícia da Groenlândia, território pertencente à Dinamarca, disse que o chefe do Greenpeace, Kumi Naidoo, será deportado após protestar em uma plataforma petrolífera na costa da ilha com outro ativista.

O porta-voz da polícia Morten Nielsen diz que o sul-africano Naidoo e um manifestante norueguês deixarão a Groenlândia no fim desta terça-feira, um dia após um tribunal local multar cada homem em R$ 6.130 por intrusão. Eles também estão proibidos de pisar na Groenlândia por um ano.

Os dois ativistas foram detidos na sexta-feira, 17, em uma plataforma petrolífera que escalaram numa tentativa de impedir a Cairn Energy de realizar perfuração em águas profundadas. O Greenpeace diz que a perfuração ameaça o frágil ambiente do Ártico e pediu à empresa escocesa que apresente um plano de como lidar com um potencial vazamento.

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