Capital mexicana proíbe sacolas plásticas em mercados e lojas

Lei entra em vigor agora, mas punições só serão adotadas dentro de um ano; alternativa é saco biodegradável

EFE,

19 Agosto 2009 | 19h43

A capital mexicana passou a proibir, em suas lojas e supermercados, a entrega gratuita de sacolas de plástico aos clientes, as quais devem ser progressivamente substituídas por biodegradáveis para diminuir a poluição.

 

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Embora as sanções para os infratores só comecem a vigorar dentro de um ano, com esta alteração à Lei de Resíduos Sólidos busca-se promover um consumo e uso do plástico mais responsável entre os 8 milhões de habitantes da cidade, disseram fontes do Governo do Distrito Federal.

 

Em entrevista a uma emissora, o chefe de governo da capital, Marcelo Ebrard, lamentou que até agora milhões de bolsas de uso diário "terminem nos lixos e nos pontos de depósito final de lixo".

 

Ebrard disse que o governo que lidera já  trabalha "com todas as grandes redes comerciais" em programas de substituição do plástico poluente por materiais diferentes.

 

Para a secretária municipal do Meio Ambiente, Martha Delgado, é muito importante na nova normativa em vigor a partir desta quarta-feira, 19, "colocar um custo" ao plástico entregue nas lojas "para que, com isto, se iniba a proliferação de bolsas de plástico não biodegradáveis".

 

O diretor de comunicação do Wal-Mart México, Antonio Ocaranza, afirmou que os estabelecimentos no varejo sabem que o uso do plástico deve ser reduzido.

 

 "Acho que temos a consciência de responsabilidade social de tentar reduzir ao máximo nosso impacto ambiental. O que ainda temos que definir é qual é o melhor método", acrescentou.

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