Camponesas aderem a cozinhas solares

Iniciativa de agricultoras evita desmatamento e doenças respiratórias

Afra Balazina e Andrea Vialli, O Estado de S. Paulo

05 Julho 2010 | 12h16

Um grupo de mulheres agricultoras de Totogalpa, na fronteira da Nicarágua com Honduras, está substituindo a madeira e energia que é gerada por combustíveis fósseis por fogões e painéis solares. Dessa forma, evitam o desmatamento (não precisam mais da lenha) e doenças respiratórias.

 

“Nós gostamos mais das cozinhas solares porque economizamos lenha e tempo para cozinhar, não há produção de poeira, nem de fumaça”, disse Nimia López, beneficiada com um forno solar.

 

Yelba María López, outra beneficiada no projeto, deixou de gastar ao mês US$ 5 com lenha e teve uma economia de 85% na conta de energia elétrica. A cooperativa de mulheres pretende agora construir um restaurante e um hotel.

 

 

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agricultura, energia solar

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