Atividade de vulcão põe autoridades chilenas em alerta

A erupção do Llaima, que começou na segunda-feira passada, obrigou as autoridades a criar zonas de exclusão

EFE,

04 Julho 2008 | 17h25

A atividade do vulcão Llaima, no sul do Chile, aumentou nas últimas horas e com isso a vigilância foi intensificada e as medidas de alerta foram mantidas, informou hoje o Escritório Nacional de Emergência (Onemi).      Segundo o relatório oficial, o vulcão, de 3.215 metros de altura e situado a 700 quilômetros de Santiago, expeliu material vulcânico de sua cratera. Além disso, foi registrado um aumento na velocidade do curso da lava que desce por uma de suas encostas e que se estendeu ao longo de aproximadamente três quilômetros, mas sem alcançar regiões povoadas.   A diretora do Onemi, Carmen Fernández, disse aos jornalistas que estes fenômenos são reflexos do comportamento instável e que torna necessário intensificar a vigilância.   Fernández apontou que um dos deslizamentos de lava surgidos em Llaima vai em direção à foz do rio Calbuco, e advertiu que pode causar um transbordamento. Sobre isso, o governador da região de Cautín, Andrés Jouannet, afirmou que uma possível elevação do Calbuco é a maior preocupação na região e que, por isso, bombeiros e membros do Exército estão encarregados de vigiar permanentemente o rio.      A erupção do Llaima, que começou na segunda-feira passada, obrigou as autoridades a manterem as zonas de exclusão próximas ao vulcão, enquanto que cerca de 20 pessoas abandonaram voluntariamente os setores mais próximos.      O vulcão Llaima é um dos cerca de três mil que existem no Chile, dos quais aproximadamente 55 estão ativos.

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