Alberto César Araújo
Alberto César Araújo

Após recorde de estiagem, Rio Negro sobe 2 centímetros

Um dia depois de bater o recorde da estiagem de 1963, o Rio Negro subiu 2 centímetros ontem, marcando 13,65 metros. A tendência, porém, é de que o rio e seus afluentes voltem a baixar nos próximos dias, segundo Daniel de Oliveira, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

O Estado de S. Paulo

26 Outubro 2010 | 14h13

 

A explicação é que o Rio Solimões, que estava subindo, voltou a descer. “A tendência é de que em até 15 dias o efeito da nova descida do Solimões chegue ao Negro.” Solimões é o nome que se dá ao Rio Amazonas quando ele entra no País, até o encontro com o Negro, em Manaus.

 

Para o geólogo, o alcance da marca histórica registrada anteontem – quando o Negro chegou a 13,64 metros, 1 centímetro a menos que o recorde anterior, de 1963 – ainda deve ser superado nos próximos dias.

 

Um helicóptero o Exército começou ontem a ajudar na distribuição de kits de higiene, remédios e alimentos a seis comunidades isoladas em Tefé, Alvarães e Uarini. De acordo com a Defesa Civil do Amazonas, 130 mil toneladas de alimentos deverão ser entregues a 3 mil famílias atingidas pela estiagem.

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