Divulgação/Semace
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4 mil litros de óleo foram recolhidos das praias do Ceará

Substância é uma espécie de petróleo; aparição das manchas foi registrada na praia de Canoa Quebrada e no Litoral Oeste do Estado

Lôrrane Mendonça, especial para o Estadão

12 de fevereiro de 2022 | 17h32

FORTALEZA - Com fornecimento de tambores e Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) para a atividade de limpeza das praias do Ceará, por parte do Governo do Estado, as prefeituras dos municípios do litoral que foram atingidos pelas manchas de óleo seguem enviando tambores com o material para a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). 

Conforme balanço divulgado pela Semace, no fim desta sexta-feira (11), cerca de 4 mil litros de óleo já foram retirados das praias cearenses. “Até o momento, a autarquia contabiliza o total de 20 tambores de 200 litros cheios de óleo coletado, com cerca de 4.000 litros de material recolhido”, informa a gerente de Análise e Monitoramento da Semace, Liliane Lira.

A primeira aparição das manchas de óleo de 2022 foi registrada na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, no Litoral Leste do Ceará, no último dia 25 de janeiro. Nesta semana, o Litoral Oeste registrou manchas nas praias de Paracuru e Flecheiras.

De acordo com pesquisadores do Instituto de Ciências do Mar (Labomar), da Universidade Federal do Ceará, a substância é uma espécie de petróleo e atinge apenas o estado do Ceará. Diferente da situação ocorrida em 2019, as novas manchas de óleo não chegaram a praias de outros estados do Nordeste.

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