Flor de Lótus emerge para receber o sol

Lucia Damico

30 Novembro 2012 | 22h29

Durante um passeio pelas alamedas do Jardim Botânico de São Paulo, me deparei com uma imagem perfeita da natureza. Era a flor de Lótus. Única dentro da água. Fiquei admirada com tanta beleza e, principalmente, com a delicadeza da espécie.

Flor de Lótus – ou Lírio D’água – é muito significativa e considerada sagrada nos países do
Oriente, principalmente na Índia, Japão e Egito. A Nymphaea – em português, ‘Ninfeia’ – é um gênero botânico pertencente à família Nymphaeaceae , que inclui plantas aquáticas, com raízes estão na lama e lodo de lagoas e lagos.

Existem cerca de cem espécies de flores perfumadas e com cores variadas, em tonalidades de azul, verde, branco, amarelo e vermelho.

Curiosidade – Durante a noite, as pétalas da Flor de Lótus se fecham e ela mergulha. Antes de amanhecer, emerge e as pétalas voltam a abrir. Por causa desse ritual, os egípcios associavam a flor ao deus Ra (sol). Suas pétalas conseguem repelir microrganismos e poeiras, criando um movimento de ‘auto-limpeza’.

A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais. A flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

Na Ioga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, onde a pessoa sentada entrelaça as pernas e ajeita as mãos sobre os joelhos. A flor representa sabedoria, conhecimento, pureza, amor e outros sentimentos ligados ao coração.

Curta Flores de Lulu no Facebook
Siga o @FloresdeLulu no Twitter
Mande críticas e sugestões para floresdelulu@gmail.com

Mais conteúdo sobre:

estadãoFlor de LótusFlores de Lulu