Várzea do Tietê ganha plano de manejo na Grande São Paulo

Relatório versa sobre os usos da área, em conformidade com os objetivo de criação da APA, de controlar enchentes e evitar a ocupação

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

31 Janeiro 2017 | 23h56

SOROCABA - O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou nesta terça-feira, 31, o plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Várzea do Rio Tietê, na Região Metropolitana de São Paulo. O relatório versa sobre os usos da área, em conformidade com os objetivo de criação da APA, de controlar enchentes e evitar a ocupação das várzeas do Tietê. O documento teve 23 votos favoráveis, cinco contrários e uma abstenção.

A APA abrange os municípios de São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Poá, Suzano, Mogi das Cruzes, Biritba Mirim, Salesópolis, Osasco, Carapicuíba, Barueri e Santana de Parnaíba. A unidade é um dos principais refúgios da fauna e da flora da região, abrigando animais como a capivara e a lontra e grande variedade de aves aquáticas. 

As várzeas apresentam larguras de 200 e 600 metros e correspondem a terrenos alagadiços, sujeitos a inundações nas épocas de chuva, por isso ajudam a regular as cheias e controlar enchentes.

Criada em 1987, a APA abrange território de quase 10 mil hectares, incluindo o Parque Ecológico do Tietê, administrado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee). As áreas lindeiras do parque são usadas para atividades de lazer da população do entorno.

 

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