Programa Hirola de Conservação
Programa Hirola de Conservação

Duas raras girafas brancas são observadas em parque florestal no Quênia

Animais são portadores de leucismo, condição genética que inibe a pigmentação da pele

O Estado de S.Paulo

14 Setembro 2017 | 11h46

Par de raras girafas brancas foi vista no parque Ishaqbini Hirola em Garissa, no Quênia. De acordo com ambientalistas, a mãe e o filhote são portadores de uma condição genética chamada leucismo, que inibe a pigmentação das células da pele. 

Ao contrário do albinismo, os animais com leucismo continuam a produzir pigmento com cor nos olhos e em outras partes do corpo.

As raras girafas brancas foram descobertas por moradores locais, que avisaram os guardas florestais do Programa Hirola de Conservação, ONG dedicada à proteção do parque Ishaqbini Hirola.

O primeiro relato de uma girafa branca na natureza ocorreu em janeiro de 2016 no Parque Nacional de Tarangire, na Tanzânia. A segunda vez foi em março de 2016, na conservação de Ishaqbini, concelho de Garissa, no Quênia.

As girafas reticuladas são descritas como “vulneráveis” pela União Internacional de Conservação da Natureza e há cerca de 8.500 animais desta espécie no mundo. Existem na Somália, no sul da Etiópia e no norte do Quênia.

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