Presença de líderes importantes não está confirmada

Enquanto a presidente Dilma Rousseff se engaja pessoalmente na tarefa de convencer o colega Barack Obama, dos Estados Unidos, a participar da Rio+20, a conferência tem confirmada a presença de um personagem polêmico. Depois de ter sido flagrado em um caro safari na África em meio à grave crise econômica da Espanha, o rei Juan Carlos confirmou a viagem ao Brasil.

Marta Solomon, O Estado de S.Paulo

25 Abril 2012 | 03h14

A caça de elefantes é uma prática reprovada pela ONU. O rei disse que a expedição africana foi um "erro". Ele é uma das mais de cem autoridades que já confirmaram que farão discursos nas plenárias da Rio+20, entre os dias 20 e 22.

Dilma ainda não obteve o esperado sim de Obama, mas o Itamaraty confirma a presença de mais de 80 chefes de Estado ou de governo, que pediram apoio para a acomodação de suas comitivas. O Ministério de Relações Exteriores não divulga a lista de quem é esperado no Rio.

Outro critério para medir previamente o peso que a Rio+20, segundo o Itamaraty, é o número de líderes que pediram espaço nas sessões plenárias. Até aqui, pouco mais da metade dos 193 países das Nações Unidas fizeram o pedido.

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