Países deveriam focar preservação florestal, diz economista

Economista do Deutsche Bank diz que negociação sobre o clima deveria abordar pontos de consenso

Reuters,

15 Julho 2009 | 15h39

A finalização do esquema de preservação florestal das Nações Unidas é um passo "óbvio" e "crítico" para a elaboração do novo pacto internacional contra a mudança climática, disse um economista do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

 

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O G-8 e outras grandes economias concordaram, na semana passada, em restringir o aquecimento global a 2º C, mas os países ricos não conseguiram persuadir a China e a Índia, grandes emissores de gases causadores do efeito estufa, a aderir a um esforço para cortar as emissões desses gases à metade até 2050, um golpe no esforço para garantir o sucesso do tratado que deverá suceder o Protocolo de Kyoto.

 

"Deveria haver uma reversão de prioridades e os países deveriam seguir no que conseguem concordar, que é o combate ao desmatamento", disse o banqueiro Pavan Sukhdev, do Deutsche Bank, atualmente atuando no Pnuma.

 

"Deveríamos estar premiando os países que estão reduzindo a devastação das florestas e melhorando as práticas de conservação; ninguém discorda disso".

 

A Redução de Emissões do Desflorestamento e da Degradação, ou REDD, é um esquema proposto pela ONU que emite créditos de carbono como incentivo financeiro para dissuadir países de desmatar.

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