Itaipu/Divulgação
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Inseminação artificial e resgate de ave são trunfos para a preservação

Um dos maiores trunfos dos programas de fauna silvestre de Itaipu é o resgate da harpia, uma ave de rapina cuja presença é cada vez mais rara no oeste paranaense. Desde 2009, foram 13 filhotes criados em cativeiro pelo Refúgio Biológico Bela Vista, um dos dois centros brasileiros que garantem a manutenção de animais da região.

Bruno Deiro, O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2012 | 02h07

Outra iniciativa bem-sucedida envolve a inseminação artificial de gatos-do-mato-pequenos e da jaguatirica. Nos próximos anos, alguns desses animais podem ser reintroduzidos na natureza.

"O trabalho com fauna foi recomeçado em 1987. Até então havia animais, mas não existia a proposta de reproduzir espécies ameaçadas", diz o veterinário Wanderlei de Moraes. Na faixa de proteção do reservatório, nas reservas e nos refúgios da margem brasileira do lago há 44 espécies de mamíferos, 305 de aves e 37 de répteis.

Além disso, para se integrar à proposta da criação de um corredor de biodiversidade nas fronteiras do País com o Paraguai e a Argentina, foi reconstituída a ligação verde entre a faixa de proteção do reservatório e o Parque Nacional do Iguaçu.

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