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Imagem divulgada pela Nasa mostra concentração de algas na costa do Rio

Manchas escuras ocupam 800 quilômetros da costa brasileira

Um satélite da Nasa fotografou em janeiro deste ano imagens da costa do Rio de Janeiro que mostram a concentração de algas marítimas. As manchas escuras ocupam 800 quilômetros da costa.

De acordo com informações da Nasa, biólogos identificaram a alga como uma Myrionecta rubra (conhecida como Mesodinium rubrum), um protista autótrofo - que produz o próprio alimento - e não é tóxico.

Vistas de perto, as algas têm cor vermelho escuro, mas aparecem quase pretas na imagem de satélite por causa da forma como o oceano espalha e absorve a luz solar.

Espuma. No dia 20 de janeiro os cariocas se surpreenderam com uma onda de espuma branca que tomou conta da orla da praia. As espumas desencorajaram alguns banhistas a entrarem no mar.

Em nota, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) esclareceu que a espuma não é tóxica e não oferece riscos. O fenômeno natural "é decorrente da decomposição de algas e microorganismos, associado ao mar mais agitado, e não necessariamente indicativo de que as praias estejam impróprias para o banho", diz o texto