Geleiras da Patagônia foram as que mais derreteram entre 1960 e 2003

De acordo com um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), houve redução de cerca de 35 metros.

Afra Balazina - enviada especial a Cancún, O Estado de S. Paulo

08 Dezembro 2010 | 12h00

As geleiras vizinhas do Brasil, na Patagônia argentina e chilena, foram as que mais encolheram no mundo entre os anos de 1960 e 2003, de acordo com um relatório divulgado na terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Houve um encolhimento de aproximadamente 35 metros.

 

Em segundo lugar ficaram os glaciares do Alasca (Estados Unidos), com uma redução em torno de 25 metros. Ocupa a terceira posição as geleiras localizadas na região das Montanhas Rochosas, nos EUA e no Canadá, com uma diminuição de cerca de 20 metros.

 

Essa pesquisa mostra que a tendência geral é a de redução do tamanho das geleiras. Entretanto, os altos níveis de precipitação em alguns lugares fez com que a massa dos glaciares aumentasse. Isso ocorreu, por exemplo, no oeste da Noruega, na Nova Zelândia e em partes da Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul.

Mais conteúdo sobre:
COP 16 Cancún Aquecimento Global Geleiras

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.