Europa começa a eliminar venda de lâmpadas incandescentes

As lâmpadas incandescentes comuns de 100 W não serão mais fabricadas ou importadas pelos países da UE

AP,

31 Agosto 2009 | 16h20

A União Europeia iniciará a transição das lâmpadas incandescentes comuns para modelos mais eficientes nesta terça-feira, 1º, disse a Comissão Europeia.

 

Diversos países, incluindo Austrália, Canadá e Filipinas, já anunciaram que vão proibir ou restringir o comércio de lâmpadas tradicionais. Em 2007, o então presidente dos EUA, George W. Bush, assinou uma lei que determina o início do fim do uso desses equipamentos no país a partir de 2012.

 

As novas normas europeias se seguem a um acordo firmado pelos 27 governos do bloco no ano passado, para a eliminação das lâmpadas incandescentes ao longo de três anos, começando em 2009. O objetivo é reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.

 

A partir de amanhã, as lâmpadas incandescentes comuns de 100 W não serão mais fabricadas ou importadas pelos países da UE. Essas lâmpadas serão substituídas pelas fluorescentes ou halógenas.

Os consumidores ainda poderão comprar as lâmpadas antigas, até que os estoques existentes se esgotem. A UE diz que a troca dos modelos tradicionais pelos mais eficientes terá economia de energia de 25% a 75%.

Mais conteúdo sobre:
lâmpadas energia europa efeito estufa

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.