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Especialistas investigam morte de girafa em zoo de Americana

Sininho, de 15 anos, parou de se alimentar sem motivo aparente; administração do Parque Ecológico Municipal alega que se esforçou para dar comida ao animal

Rene Moreira, Especial para o Estado

26 Agosto 2016 | 12h31

FRANCA - Especialistas de São Paulo estiveram em Americana, no interior do Estado, para colher amostras e tentar descobrir as causas da morte da girafa Sininho, principal atração do Parque Ecológico Municipal. Ela apareceu morta na quarta-feira, 24, após parar de se alimentar sem motivo aparente.

Os resultados das análises devem ficar prontos em setembro. A girafa, do sexo feminino, tinha 15 anos e nasceu em São Paulo, sendo transferido para Americana com apenas 1 ano de idade.

Em nota, o diretor do parque, João Carlos Tancredi, informou que o animal é de difícil manejo em cativeiro e que teve mudança de comportamento e resistência alimentar nos últimos dez dias.

Tancredi alegou ainda que a alimentação da girafa foi modificada várias vezes "na tentativa de uma melhor ingestão da sua dieta". Porém, nada teria adiantado, nem mesmo cortar os alimentos em pedaços pequenos ou cozinhá-los antes de dar ao animal.

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